Um blog de discussão onde a esquerda e a direita estão representados mas isso é o que menos importa. Discussão de ideias, porque por ai, já ninguém tem muitas.... PROVOCAR É PRECISO!

segunda-feira, fevereiro 27, 2006

Os jogos do fim-de-semana

Se o Benfica ganhou ao Porto então o Benfica é melhor que o Porto. se o Sporting ganhou ao Benfica, então é melhor que o Benfica. se o Sporting é melhor que o Benfica é melhor que o Porto.

Logo podemos tirar a simples conclusão que o Sporting vai ser o vencedor deste campeonato.

sexta-feira, fevereiro 24, 2006

O grande jogo do fim-de-semana

Que o Benfica ganhe ao porto para o Sporting ficara mais perto do primeiro lugar.

quinta-feira, fevereiro 23, 2006

Corrupção

Em relação ao caso de corrupção da Bragaparques, não percebo como é que alguém vai tentar subornar uma pessoa que é conhecida por processar tudo e todos por um conjunto de coisas insignificantes. Ainda por cima ligado ao Bloco de esquerda...

Acho que nem para corruptos os portugueses têm jeito...

terça-feira, fevereiro 21, 2006

Algures em Braga

Na revista “visão” desta semana, existia um artigo que me despertou atenção, mesmo sendo de meia página. Algures em Braga, numa escola religiosa, controlada directamente pela arquidiocese, miúdos de 13 anos tiveram processos disciplinares e nalguns casos expulsão da instituição, segundo o padre que controla a instituição por problemas disciplinares muito graves.Afinal, a única coisa que este grupo de bons alunos tinha feito, era um cartaz pedido mais respeito pelos alunos e onde evocavam o 25 de Abril. Mais de 30 anos depois, parece que nem todo país de adaptou às regras da democracia.

Paradigma da democracia

Escritor britânico condenado por negar holocausto

Este é o verdadeiro paradigma da democracia. Uma democracia deve deixar os cidadãos serem livres e por força de razão pensarem livremente. Mesmo quando esse pensamento esbarre numa concepção não democrática da sociedade. Eu defendo a democracia e como tal defendo toda e qualquer liberdade de expressão, por mais que me choque, por mais contrarie o meu pensamento.

[update]

O bloqueio ao Hamas

Não quero defender o Hamas, mas de facto, como podemos conversar, quando um país escolhe por via de eleições um governo e tudo à volta tenta minar essa escolha. Semeiam ventos, aguentem-se com as tempestades.

Comentar ou não comentar

Vejo os comentários de muitas pessoas a dizer que estamos numa crise económica, numa crise de valores, numa crise democrática... ou seja, Portugal está numa crise total.

O que mais me chateia nisto tudo é o facto de que todos fazem grandes análises e desenham grandes cenários. Mas e a resolução? E a intervenção na sociedade por parte dessas pessoas?

É de certa forma uma atitude hipócrita existir a critica, e não existir a intervenção.

Falo de pessoas como Pacheco Pereira, Marcelo Rebelo de Sousa, António Vitorino entre outros. São pessoas válidas mas escondem-se atrás do comentário na televisão, nas colunas dos jornais, nos blogues.

Todos nós estamos fartos de comentários e queremos é acção.

domingo, fevereiro 19, 2006

Eu...estou aqui!

Ora bem, depois de um belo interregno, cá estou eu de volta para mandar uns bitaites balentes. Para começar, 3 inquietações:

1. Hoje é dia de reality show de uma senhora que por sinal é falecida;
2. Grande Neca;
3. OPA - O Belmiro leu a Arte da Guerra.

sexta-feira, fevereiro 17, 2006

Jogo de Futebol

Chegou e sentou-se frente ao televisor, como nada mais existe-se. De certa forma não existia.
- Agora já nem um olá mereço...- disse da cozinha.
- Olá, amor. Desculpa, mas o jogo está a começar.
- Sempre existe qualquer coisa, não é? Um jogo, um programa.
- Mas o que queres? Deixa-me ver o jogo. Deixa-me em paz - disse num modo agressivo - não quero discutir contigo agora. Não estou na disposição.
- Nunca estás com disposição para nada. Nem para conversar, nem para falar, nem para tocar em mim. A desculpa do "dói-me a cabeça" devia ser minha…
- Não me venhas com isso agora. Eu estou a tentar ver o futebol. Deixa-me em paz.
- Não posso deixar-te em paz quando eu não estou em paz.
- Mas não estas em paz porque? Eu pago-te as contas, não te falta nada, e tu ainda estas a queixar-te? Eu realmente não vos percebo. As mulheres são complicadas...
- Tu não percebes, porque és um insensível - e apagou-lhe a televisão - agora vais me ouvir, custe o que custar...
- Então, agora apagas-me a televisão. Não podemos deixar isto para outra altura?
- Não. Agora é a altura ideal. Dizes-me que me não falta nada? E amor, carinho, compreensão? Ou isso para ti e nada... pois se isso para ti e nada, eu quero o divorcio. Já!
- O divorcio? Mas porque? Não és feliz?
- Só agora e que perguntas? Já nem me conheces? Já nem és capaz de ver o quanto eu estou infeliz? Se eu fosse feliz, achas que estaríamos a ter esta conversa?
- Eu sei que o nosso casamento esta um pouco... Sei lá, um pouco...
- Não está. Já não há casamento. Tu tens uma mulher em casa que te trata da roupa, comida e da casa. Não me tens uma mulher, tens uma criada.
- Mas o que queres. Fazer uma viagem? Algum electrodoméstico novo?
- Só quero o divórcio. E por essas razões... enquanto eu te falo sobre os meus sentimentos, tu perguntas se eu quero um electrodoméstico novo…
- Mas eu amo-te!
- E só agora e que me vens dizer isso? Acho que é um pouco tarde. Devias de te lembrar disso antes. E na verdade, tu não me amas. Só estás habituado a que eu esteja por ai - Após um breve silencio continuou - Eu vou levar algumas coisas para a casa da minha mãe. Depois venho buscar o resto.
- Só quero te dizer que isto e um erro que fazes.
- O erro que cometi foi não ter tornado esta decisão mais cedo. Adeus.
Ela levantou-se e foi para o quarto. Esteve lá cerca de 10 minutos. Depois, apareceu na sala com uma mala e sem dizer uma palavra saiu. Após ela sair, ele ainda ficou um pouco em silêncio, como se estivesse em transe. De repente, pegou no comando, ligou a televisão e continue a ver o jogo de futebol.

quarta-feira, fevereiro 15, 2006

Falhas do mercado - questão para discussão

Um dos pilares da intervenção por parte do Estado no mercado são as chamadas falhas de mercado. Quando o mercado não funciona correctamente (se seguíssemos uma lógica puramente economicista, nunca funcionava de forma óptima, já que o óptimo é alcançado com a concorrência perfeita), o estado intervêm para corrigir. Outra vertente argumentação para a intervenção do estado é a correcção ou valorização das externalidades, quando negativas ou positivas, respectivamente.

A minha questão é: até que ponto podemos considerar a própria intervenção do estado como uma falha de mercado? A intervenção pode não alcançar o objectivo desejado. E qual deverá ser a posição do estado neste caso?

DMB

Site oficial dos Dave Matthews Band

Para quando uma vinda a Portugal???


terça-feira, fevereiro 14, 2006

Ainda sobre Freitas

Aquela sugestão do nosso grande MNE sobre o campeonato de futebol entre a Europa e a Ásia foi absurda, mas não de todo. O que o ministro estava a lembrar a todos que vamos jogar com a arábia saudita no próximo dia 1 de Março. E também não podemos esquecer que vamos jogar contra o Irão no mundial.


Foi oportuno...
Governo baixa taxa de retenção

A notícia de hoje, anunciada como uma grande novidade não faz mais nada senão mandar areia para os olhos. A diminuição da taxa de retenção não significa que vamos pagar menos imposto. A retenção que é feita vai ser menor, mas no futuro permite que o estado reembolse menos. Ou seja, não se faz nada senão engenharia fiscal. Tira um peso daqui para colocar ali.

Só falta anunciar a medida com pompa e circunstância e ter mais uma festarola, com o croquete e o sumo de laranja e um primeiro-ministro radiante dando conta de um facto que não é facto.

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

Directas e indirectas

No PSD começa a sentir as movimentações de muitos. De saídas da comissão políticas a marcações de posições. A verdade é que faz falta no PSD a discussão interna. O PSD tem andado muito calado e sombra que de um líder que não tem capacidades de liderança. Fiquei muito desiludido com este líder. De um homem que tem os anos que tem dentro do partido, pensei que fosse mais corajoso e tivesse mais ambição. Mostrou firmeza em alguns casos nas autárquicas, mas tratou muitas outras questões de forma menos correcta.

Depois, o tempo das presidenciais não foi muito propício a protagonismo. Mas mesmo assim devia ter demonstrado no parlamento uma oposição forte, mas em vez disso, vimos um desempenho fraco e com pouco protagonismo. a juntar a frase não muitos felizes como o comentário sobre a vinda do Bill Gates a Portugal.

Mas, o maior problema do PSD é a quantidade de vultos que comentam e que andam à volta do Partido. Mais, são vultos que não deviam ficar afastados e agarrados ao comentário à distância, mas deviam ter uma participação activa na vida do Partido. Entre eles vimos o Pacheco Pereira ou o Marcelo Rebelo de Sousa.

É importante que o PSD tenha um rumo, tal como o PS. Os dois partidos mais importantes de Portugal devem ser responsáveis pelas discussões sérias e a seu tempo.

quinta-feira, fevereiro 09, 2006

Uma última palavra

Eu não vou comentar mais nada sobre os polémicos cartoons. E porque? Porque a situação não merece qualquer tipo de comentários. É uma vergonha os países ditos democráticos estarem preocupados com um bando de arruaceiros que não tem argumentos validos para debater ideias recorrendo à violência para se expressar. Não quero chamar de menos aptos, mas o humor, e mais importante, o saber olhar para o humor, é inteligente. Os cartoons são uma forma inteligente de comentar a realidade.

Por mais que me digam que é necessário respeitar, continuo a responder, respeito aquele que me respeita. Ainda por mais, não vejo os cartoons como forma de desrespeitar seja o quer que for. O que fizeram foi dar mais argumentos a uns arruaceiros (não tem outro nome).

O Islão não é aquilo que se vê na televisão. O Islão não são aqueles pessoas que gritam palavras de ordem nas ruas. O Islão não é um conjunto de extremistas que juram ódio aos Estados Unidos ou a Israel.

É por isso que não vou comentar mais nada sobre os cartoons, porque acho que não existe argumentos suficientes para me dizerem que estão a desrespeitar algo.

E para terminar, eu já subscrevi: Como uma liberdade

Novamente os desenhos

A grande questão subjacente, aos “cartons” é a liberdade de expressão é tem de ser um direito inviolável das democracias europeias. Não contem comigo para impor qualquer tipo de censura, por mais graves e de mau gosto que fossem os desenhos, a sociedade livre em que vivemos, permite a sua publicação.
Contudo julgo, que é compreensível a reacção governamental portuguesa, evitando atirar mais lenha, para uma fogueira já suficiente inflamada por ódios e intrigas antigas, ainda do tempo de Ricardo Coração de Leão e das suas cruzadas. As cruzadas foram genocídio em massa, contudo alguns dos regimes mais temíveis da actualidade estão naquela zona do continente. Contudo a imposição da democracia tem de vir de dentro, se não as consequências são as que são visíveis por todo o continente.
E qual é a democracia que o ocidente defende? Uma em que as pessoas não são livres de votar nos radicais? É que os cientistas políticos de meia tigela tem de compreender, que a sociedade árabe não é a nossa e dessa forma a democracia ocidental nunca lá vai penetrar, pelo menos da forma que a conhecemos.

Os bichos

Os Bichos estão assustados

O grande capital... essa coisa má e terrivel...

O comentário do Dr. Diogo

Não fala em nosso nome

Como um comentário de um ministro pode juntar nomes da esquerda e da direita.

E em meu nome também não fala.

quarta-feira, fevereiro 08, 2006

Portugal

Portugal é um país com grandes condições para progredir, não faço parte daquele grupo de pessoas, que senta criticando no café, mas não fazendo nada para alterar a situação. Portugal é um país que pode e deve ter futuro, contudo tem de uma vez por todas e sem medos romper com mentalidades obsoletas e o nosso jeito latino. Já não estamos na altura em que dividimos o mundo ao meio, somos um país pequeno e que no actual contexto de mundial tem de apostar na educação, na formação, na cultura, na inovação e no conhecimento. Só dessa forma Portugal, pode atingir os níveis que se consideram aceitáveis, mas essa mudança numa sociedade onde ler é um “luxo” de uma minoria (mais de 50% dos Portugueses, passa anos sem ler um livro), numa sociedade onde não votar é um acto de cidadania e onde os jovens são esquecidos pelo BI…nessa sociedade, não pode existir a mudança cultural necessária.

Onde está a Esquerda?

Freitas ataca Cartoons

O comentário do nosso ministro dos negócios estrangeiros (lembro que supostamente é um ministro de esquerda)...

Indignação

Não consigo perceber como os muçulmanos que estão muito ofendidos por causa de uns cartoons, se manifestem de uma forma violenta. A destruição e a violência são coisas que eu, um ocidental que vive num país democrático, não percebo. De aqueles senhores que nós vimos nas televisões a gritar palavras de ordem que incitam ao ódio, ao desprezo pelos valores que eles não estão habituados a respeitar.
Falam de respeito perante o seu Profeta, mas que legitimidade existe nos actos que praticam em nome desse mesmo Profeta. As bombas, os assassinatos, o terror que espalham, não espelham qualquer tipo de religião que indignamente defendem.

Coragem

É preciso coragem para, apesar de ser 6 vezes mais pequeno, o Eng. Belmiro de Azevedo quer comprar a PT.

Queixam-se da forma como os empresários portugueses não tem iniciativa. Deviamos todos seguir o exemplo do dono da Sonae.

[Update]

Como reagirá o Governo? se não aceitar será que vai ser acusado de interferir na economia? acho que sim e com razão. já esta na altura de deixarmo-nos de provençalismos e aceitarmos que as empresas não devem estar na mãos do estado. já lá vai o tempo de em que a PT era simplesmente os TLP... o mercado mudou.

terça-feira, fevereiro 07, 2006

Empreendedores

Depois das eleições o país recebeu o homem mais rico do mundo e agora o homem mais rico de Portugal é notícia... tudo de seguida.

Empreendedores precisam-se em Portugal...