Desemprego, baixo crescimento, baixa produtividade, balança comercial deficitária, elevado endividamento público, elevado endividamento privado, investimento extremamente baixo, etc, etc, etc...
As perspectivas de mudanças são nulas...
Será que não nos devemos preocupar?
Um blog de discussão onde a esquerda e a direita estão representados mas isso é o que menos importa. Discussão de ideias, porque por ai, já ninguém tem muitas.... PROVOCAR É PRECISO!
quarta-feira, maio 31, 2006
quarta-feira, maio 10, 2006
Refinaria(s)
Será que esta notícia
Manuel Pinho faz ultimato a Monteiro de Barros por causa da refinaria de Sines
esta relacionada com esta:
Galp investe mil milhões de euros em Sines -
Nova refinaria produzirá 2 milhões de toneladas de gasóleo?
É uma coincidência engraçada...
Manuel Pinho faz ultimato a Monteiro de Barros por causa da refinaria de Sines
esta relacionada com esta:
Galp investe mil milhões de euros em Sines -
Nova refinaria produzirá 2 milhões de toneladas de gasóleo?
É uma coincidência engraçada...
terça-feira, maio 09, 2006
A politica de hoje
Chegamos a um ponto onde uma notícia de um semanário tem como titulo uma coisa que o entrevistado não disse e um ministro que marca uma conferência de imprensa para comentar o que não disse.
E depois temos um primeiro-ministro e um ministro das finanças que não estão nada preocupados com um relatório que não dizendo nenhuma novidade dá uma visão negativa do futuro principalmente em relação ao desemprego.
Como se pode ficar calado quando, sabendo que o desemprego tem um comportamento muito pouco flexível, o ministro diz que vai tomar medidas para reverter a situação actual. E que está confiante que vai conseguir.
O Ministro está a mentir. o primeiro ministro está a mentir. E Portugal fica indignado porque o koeman e o Luis Filipe Viera mentiram.
E depois temos um primeiro-ministro e um ministro das finanças que não estão nada preocupados com um relatório que não dizendo nenhuma novidade dá uma visão negativa do futuro principalmente em relação ao desemprego.
Como se pode ficar calado quando, sabendo que o desemprego tem um comportamento muito pouco flexível, o ministro diz que vai tomar medidas para reverter a situação actual. E que está confiante que vai conseguir.
O Ministro está a mentir. o primeiro ministro está a mentir. E Portugal fica indignado porque o koeman e o Luis Filipe Viera mentiram.
quarta-feira, maio 03, 2006
Segurança(?) Social
Depois de um período sem escrever, vem tecer umas considerações sobre este assunto.
Existe dois modelos que suportam as pensões: o Pay-as-you-go (PAYG) e a capitalização.
O primeiro é o modelo que está a vigorar na nossa segurança social. Os trabalhadores activos pagam as reformas daqueles que estão no inactivo, ganhando o direito a que aconteça o mesmo quando estiverem se reformarem.
O segundo funciona numa lógica de capitalizar o que se contribui hoje para amanhã receber aquilo que estive a contribuir acrescido de uma valorização.
O modelo (PAYG) teve origem após a segunda guerra mundial, numa altura em que o crescimento era elevado e foi ajudado pelo baby-boom. E dentro deste cenário faz todo o sentido. Existe mais pessoas a trabalhar do que a receber uma pensão. Não há desequilíbrio.
O modelo de capitalização está dependente das taxas de juro e de um bom desempenho do mercado.
Sabendo que o modelo PAYG está condenado (a não ser que nos próximos anos exista uma explosão da taxa de natalidade), porque continuam a insistir nele?
A atitude mais lógica e racional do estado neste momento seria a seguinte:
usar os tectos de contribuição que estão consagrados na lei de bases. Ou seja, assegurar uma pensão mínima por parte do estado e deixar que os trabalhadores façam a gestão da sua próprias reformas (PPR, planos de investimentos diversos, etc)
Não defendo que aqueles que estão à beira de se reformar fiquem sem os seus direitos. E aqueles que estão a meio da carreira contributiva não devem perder os direitos da metade da mesma carreira.
Existe dois modelos que suportam as pensões: o Pay-as-you-go (PAYG) e a capitalização.
O primeiro é o modelo que está a vigorar na nossa segurança social. Os trabalhadores activos pagam as reformas daqueles que estão no inactivo, ganhando o direito a que aconteça o mesmo quando estiverem se reformarem.
O segundo funciona numa lógica de capitalizar o que se contribui hoje para amanhã receber aquilo que estive a contribuir acrescido de uma valorização.
O modelo (PAYG) teve origem após a segunda guerra mundial, numa altura em que o crescimento era elevado e foi ajudado pelo baby-boom. E dentro deste cenário faz todo o sentido. Existe mais pessoas a trabalhar do que a receber uma pensão. Não há desequilíbrio.
O modelo de capitalização está dependente das taxas de juro e de um bom desempenho do mercado.
Sabendo que o modelo PAYG está condenado (a não ser que nos próximos anos exista uma explosão da taxa de natalidade), porque continuam a insistir nele?
A atitude mais lógica e racional do estado neste momento seria a seguinte:
usar os tectos de contribuição que estão consagrados na lei de bases. Ou seja, assegurar uma pensão mínima por parte do estado e deixar que os trabalhadores façam a gestão da sua próprias reformas (PPR, planos de investimentos diversos, etc)
Não defendo que aqueles que estão à beira de se reformar fiquem sem os seus direitos. E aqueles que estão a meio da carreira contributiva não devem perder os direitos da metade da mesma carreira.
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