As 333 medidas anunciadas pelo nosso governo traduzem-se num autêntico foguetório que o governo está a habituar-nos. Muita medida, muita simplificação para aqui e para ali, mas gostava de ver como vai estar o país daqui a um ano...
Será que não seria melhor o governo lançar os foguetes depois da festa... em vez de dizer que as medidas vão ajudar muito e que vai implementar mil e uma coisa, devia fazer uma apresentação daqui a um ano/ano e meio com a lista do que fez... melhor propaganda do que esta não há.
Um blog de discussão onde a esquerda e a direita estão representados mas isso é o que menos importa. Discussão de ideias, porque por ai, já ninguém tem muitas.... PROVOCAR É PRECISO!
terça-feira, março 28, 2006
sexta-feira, março 24, 2006
Jornalismo
O jornalismo português está em entrar numa fase que se pode considerar muito para além do declinio... Primeiro diz que António Carrapatoso não pagou, depois pagou e o estado devolveu...
Acho que alguém deve ensinar a estes ditos jornalistas que nós temos, que é necessário fazer ter a certeza que as notícias são reais... eles não estão a escrever num blogue dizendo, a o pulha não pagou, já viram o malandro... e no dia a seguir: afinal o pulha até pagou mas os chulos do estado devolveram o dinheiro... são todos uns pulhas...
O problema é que os tribunais demoram anos a decidir senão os leitores todos deviam processar os jornais pelo lixo que vendem...
Acho que alguém deve ensinar a estes ditos jornalistas que nós temos, que é necessário fazer ter a certeza que as notícias são reais... eles não estão a escrever num blogue dizendo, a o pulha não pagou, já viram o malandro... e no dia a seguir: afinal o pulha até pagou mas os chulos do estado devolveram o dinheiro... são todos uns pulhas...
O problema é que os tribunais demoram anos a decidir senão os leitores todos deviam processar os jornais pelo lixo que vendem...
sexta-feira, março 17, 2006
A oposição
Neste momento, o governo não tem oposição. E não vai ter nos próximos tempos. O governo está a governar sem fazer ondas, sem levantar suspeitas e o PSD vai deixando governar.
A oposição não deve ser cega e sem nexo, em que a tónica é na critica fácil. A este tipo de oposição só se verga o governo fraco, mal gerido. O Eng. Sócrates pode não ser o melhor primeiro-ministro. Até pode não estar a governar da melhor forma, mas fraco não é e sabe gerir a sua agenda. Neste país é o que basta para ser bem sucedido.
Vendo a história das vitórias dos governos concluímos algo. O Eng. Guterres aceitou o lugar deixado vago pelo Dr. Cavaco, assim como o Dr. Durão Barroso aceito o lugar deixado vago pelo Eng. Guterres. o Eng. Sócrates teve o seu lugar oferecido pelo Dr. Santana.
Por isso, desde 1985, não temos um governo que ganhou as eleições pelas ideias, por um projecto, por uma ambição.
Algo vai mal na oposição feita neste pais.
O objectivo da oposição é provar-se como uma melhor alternativa ao governo.
A maioria é uma protecção (legitima, diga-se) que o governo tem. É o garante sua estabilidade governativa. E para a oposição é o tempo mais difícil na assembleia.
Neste momento, como em qualquer outro, a melhor forma que a oposição tem de se afirmar é ter iniciativa legislativa. Quando falo em haver iniciativas legislativas, falo em provocar o Governo para o debate e leva-lo à discussão. É a única forma de ser mostrado capacidade por parte da oposição.
Se não o fizer, o oposição vai ser remetida para um segundo lugar à espera que o governo caía de podre e não ganhando eleições mas sim aceitar o lugar perdido por outros, como já foi explicado.
Passou um ano desde que o Eng. Sócrates foi eleito. Até agora assistimos a mais duas eleições. Temos pela frente três anos em que não temos eleições. O governo vai governar e a oposição supostamente vai fazer o que lhe compete. Mas, se analisarmos o que se passou até ao momento, mesmo tendo em consideração o período eleitoral passado, não encontramos momentos dignos de oposição. A crítica foi mal ensaiada pelo líder do PSD sem qualquer efeito.
Esperamos por um oposição digna desse nome… que venha ela.
A oposição não deve ser cega e sem nexo, em que a tónica é na critica fácil. A este tipo de oposição só se verga o governo fraco, mal gerido. O Eng. Sócrates pode não ser o melhor primeiro-ministro. Até pode não estar a governar da melhor forma, mas fraco não é e sabe gerir a sua agenda. Neste país é o que basta para ser bem sucedido.
Vendo a história das vitórias dos governos concluímos algo. O Eng. Guterres aceitou o lugar deixado vago pelo Dr. Cavaco, assim como o Dr. Durão Barroso aceito o lugar deixado vago pelo Eng. Guterres. o Eng. Sócrates teve o seu lugar oferecido pelo Dr. Santana.
Por isso, desde 1985, não temos um governo que ganhou as eleições pelas ideias, por um projecto, por uma ambição.
Algo vai mal na oposição feita neste pais.
O objectivo da oposição é provar-se como uma melhor alternativa ao governo.
A maioria é uma protecção (legitima, diga-se) que o governo tem. É o garante sua estabilidade governativa. E para a oposição é o tempo mais difícil na assembleia.
Neste momento, como em qualquer outro, a melhor forma que a oposição tem de se afirmar é ter iniciativa legislativa. Quando falo em haver iniciativas legislativas, falo em provocar o Governo para o debate e leva-lo à discussão. É a única forma de ser mostrado capacidade por parte da oposição.
Se não o fizer, o oposição vai ser remetida para um segundo lugar à espera que o governo caía de podre e não ganhando eleições mas sim aceitar o lugar perdido por outros, como já foi explicado.
Passou um ano desde que o Eng. Sócrates foi eleito. Até agora assistimos a mais duas eleições. Temos pela frente três anos em que não temos eleições. O governo vai governar e a oposição supostamente vai fazer o que lhe compete. Mas, se analisarmos o que se passou até ao momento, mesmo tendo em consideração o período eleitoral passado, não encontramos momentos dignos de oposição. A crítica foi mal ensaiada pelo líder do PSD sem qualquer efeito.
Esperamos por um oposição digna desse nome… que venha ela.
Congresso do PSD
Parece que é o PSD, vai ter um congresso numa sala anexa, à sala onde será feita a assembleia-geral do Sporting. É para ver a importância que o PSD tem…
Congresso
O Congresso do PSD começa hoje. Não vamos ter o Santana Lopes a andar por lá, não vamos ter grandes discussões porque já está tudo decidido. Então o que vamos ter? Nada, porque apesar de o líder ter dito que ia discutir os estatutos, não houve uma discussão alargada e os militantes de base não foram ouvidos (e não vão ser nos próximos tempos).
O PSD perdeu muito carácter, perdeu luz, perdeu nomes, perdeu caminho e não com este líder que vai ganhar.
segunda-feira, março 13, 2006
Novos partidos - não deve ser em Portugal
Os que andam por ai - JPP
Eu percebo cada vez menos as crónicas do Dr. JPP. Mas onde é que existe condições de haver a criação de um novo partido à direita do PSD? Mas será que não se vê que se isso acontecer, a direita portuguesa (eu falo da direita pura, já que o PSD é uma mistura entre esquerda, centro e direita) iria desaparecer do mapa.
Um novo partido partia o PP ao meio e fazia dispersar votos para o PSD. O Dr. Paulo Portas pode ser politicamente muito inteligente, pode ter a sua agenda própria, mas mesmo tendo vestido a posse de estado que vestiu numa poderá assumir o protagonismo eleitoral que quer. O seu tecto são os 10% quando estava no PP e não mais do que isso.
Os comentadores políticos esquecem-se que não existe em Portugal grande margem de manobra para a criação de novos partidos, já que os portugueses têm dificuldade em mudar e assumir novas ideias. Gostam sempre do mesmo, vivem sempre da mesma maneira e pensam sempre da mesma maneira.
Além de isso Portugal é um conservador que não gosta de mostrar que é. Queremos que os governantes não agitem muito as águas. A comprovar isso verificamos que a vitória dos governos é feita ou na ideia de "estão ai coisas boas, mas não vou alterar nada" ou "eu vou ganhar porque o outro é mau".
Eu percebo cada vez menos as crónicas do Dr. JPP. Mas onde é que existe condições de haver a criação de um novo partido à direita do PSD? Mas será que não se vê que se isso acontecer, a direita portuguesa (eu falo da direita pura, já que o PSD é uma mistura entre esquerda, centro e direita) iria desaparecer do mapa.
Um novo partido partia o PP ao meio e fazia dispersar votos para o PSD. O Dr. Paulo Portas pode ser politicamente muito inteligente, pode ter a sua agenda própria, mas mesmo tendo vestido a posse de estado que vestiu numa poderá assumir o protagonismo eleitoral que quer. O seu tecto são os 10% quando estava no PP e não mais do que isso.
Os comentadores políticos esquecem-se que não existe em Portugal grande margem de manobra para a criação de novos partidos, já que os portugueses têm dificuldade em mudar e assumir novas ideias. Gostam sempre do mesmo, vivem sempre da mesma maneira e pensam sempre da mesma maneira.
Além de isso Portugal é um conservador que não gosta de mostrar que é. Queremos que os governantes não agitem muito as águas. A comprovar isso verificamos que a vitória dos governos é feita ou na ideia de "estão ai coisas boas, mas não vou alterar nada" ou "eu vou ganhar porque o outro é mau".
Espectro, fantasmas e vultos
O Espectro acabou. Para mim, acabou porque os autores tinham demasiada liberdade para criticar tudo, todos e sem qualquer tipo de controlo. No Expresso, apesar de ser uma notícia pequena, lê-se que Clara Fereira Alves vai processar o Vasco Pulido Valente por causa de um post que este escreveu no seu extinto blogue. Eu li o post e sinceramente acho que este senhor é uma pessoa mal-educada e arrogante. É como um daqueles miúdos que se porta mal simplesmente para chamar a atenção dos pais.
Eu lia o blogue e acompanhava a caixa de comentários. Ou melhor, a tentativa de comentários que se fazia por lá. Protegidos pelo anónimo, protegido pela sombra, falavam, acusavam, concordavam, discordavam, de maneira mais ou menos educada.
A internet permite que andem espectros, fantasmas e vultos por ai.
Eu lia o blogue e acompanhava a caixa de comentários. Ou melhor, a tentativa de comentários que se fazia por lá. Protegidos pelo anónimo, protegido pela sombra, falavam, acusavam, concordavam, discordavam, de maneira mais ou menos educada.
A internet permite que andem espectros, fantasmas e vultos por ai.
quinta-feira, março 09, 2006
quarta-feira, março 08, 2006
Onde está a oposição?
Assistimos ao período mais negro da oposição em Portugal, Temos um líder fraco de um PSD amorfo. Temos um líder que não é líder de um CDS-PP minado por uma guerrilha interna. Na esquerda, nem se fala.
O primeiro-ministro pode estar descansado, porque, pelo menos durante uns tempos, tem a vida muito facilitada.
Mas a verdade é que nunca existiu uma verdadeira oposição em Portugal. Tende a ser um conjunto de ideias soltas, sem propósito, à espera dos deslizes do governo e ganhando eleições que os outros perdem.
O primeiro-ministro pode estar descansado, porque, pelo menos durante uns tempos, tem a vida muito facilitada.
Mas a verdade é que nunca existiu uma verdadeira oposição em Portugal. Tende a ser um conjunto de ideias soltas, sem propósito, à espera dos deslizes do governo e ganhando eleições que os outros perdem.
terça-feira, março 07, 2006
Portugal dos pequeninos
Tentámos copiar a Irlanda, nem começamos… agora o grande modelo é a Finlândia… mas que ideia mais absurda. Não haverá alguém a colocar um pouco de bom senso na cabeça dos nossos governantes e que lhes diga que a forma ideal não é copiar, mas sim ser original.
Temos demasiados problemas que tentamos e não conseguimos modificar. Já forma mais do que identificados, já forma analisados, até já existem uma quantidade enorme de soluções, de resoluções, de caminhos a seguir, mas, espanto dos espantos, não se segue nenhum.
A política portuguesa está protegida por um conjunto de falsos moralismos que nos submete para o atraso e para a falta de iniciativa. É o típico “falam, falam…”. Mas o mais interessante desta análise é que ao analisarmos os factos históricos encontramos sempre a mesma justificação para o nosso atraso. Uma classe política fraca, com olhos somente nas próximas eleições e deixadas à solta pelos cidadãos inconscientes. Será que inconsciente é uma palavra forte? Eu acho que não. Porque não têm capacidade de resposta perante a forma de acção da classe política. Não se interessante ao nível local, e ao nível nacional, deixando com a rédea solta, autarcas incompetentes e autarquias corruptas, deixando que um grupo de pessoas discuta sem interesse assuntos sem interesse na assembleia da república.
E depois vimos um conjunto de velhos do Restelo que falam pelos cotovelos, deliciam-se a escrever em blogues, colunas de jornais, em fazer comentários televisivos… quando os momentos chegam, olham para o lado. Essa gente, que já tantas vezes falei que podiam ser úteis para a sociedade, baixaram as armas e resignam-se, não ao silêncio, mas a inacção.
Pois eu não me conformo. Eu não desisto. Dia a dia tento reagir a todas essas forças. Tento participar, tenho contribuir, tento me melhorar. Não gosto da política, ela não é a minha razão de vida, não preciso dela para viver, no entanto, por mais que me custe, tenho de participar como uma obrigação moral mais forte do que qualquer outra coisa
Temos demasiados problemas que tentamos e não conseguimos modificar. Já forma mais do que identificados, já forma analisados, até já existem uma quantidade enorme de soluções, de resoluções, de caminhos a seguir, mas, espanto dos espantos, não se segue nenhum.
A política portuguesa está protegida por um conjunto de falsos moralismos que nos submete para o atraso e para a falta de iniciativa. É o típico “falam, falam…”. Mas o mais interessante desta análise é que ao analisarmos os factos históricos encontramos sempre a mesma justificação para o nosso atraso. Uma classe política fraca, com olhos somente nas próximas eleições e deixadas à solta pelos cidadãos inconscientes. Será que inconsciente é uma palavra forte? Eu acho que não. Porque não têm capacidade de resposta perante a forma de acção da classe política. Não se interessante ao nível local, e ao nível nacional, deixando com a rédea solta, autarcas incompetentes e autarquias corruptas, deixando que um grupo de pessoas discuta sem interesse assuntos sem interesse na assembleia da república.
E depois vimos um conjunto de velhos do Restelo que falam pelos cotovelos, deliciam-se a escrever em blogues, colunas de jornais, em fazer comentários televisivos… quando os momentos chegam, olham para o lado. Essa gente, que já tantas vezes falei que podiam ser úteis para a sociedade, baixaram as armas e resignam-se, não ao silêncio, mas a inacção.
Pois eu não me conformo. Eu não desisto. Dia a dia tento reagir a todas essas forças. Tento participar, tenho contribuir, tento me melhorar. Não gosto da política, ela não é a minha razão de vida, não preciso dela para viver, no entanto, por mais que me custe, tenho de participar como uma obrigação moral mais forte do que qualquer outra coisa
sexta-feira, março 03, 2006
Choque II
Choca-me a esquerda que temos que fica muito indignada com a suposta "extrema-direita" mas tem um ministro que não condena a violência que se vê no extremo oriente.
Choca-me a infantilidade com que a política externa é tratada. Portugal tenta se colocar em bicos dos pés para tentar chamar a atenção de alguma coisa.
Choca-me a forma retrógrada de se fazer política, de ainda termos a denominação o que é de direita e o que é liberal é mau e é a volta do salazarismo.
Ainda me choca muito mais coisas mas que não são para aqui chamadas.
Choca-me a infantilidade com que a política externa é tratada. Portugal tenta se colocar em bicos dos pés para tentar chamar a atenção de alguma coisa.
Choca-me a forma retrógrada de se fazer política, de ainda termos a denominação o que é de direita e o que é liberal é mau e é a volta do salazarismo.
Ainda me choca muito mais coisas mas que não são para aqui chamadas.
Choque...
A actuação do CDS-PP, ontem na Assembleia da Republica, foi como o socialista Vera Jardim referiu ou o historiador do B.E. Fernando Rosas, algo de muito Freudiano e onde na minha opinião os tiques de salazarismo e de extrema-direita, estiveram na garganta do grande inquisidor de nome Telmo Correia. Sentia-se naquela intervenção um revisionismo histórico do seu próprio partido, um gosto na teoria do choque das civilizações e da supremacia do mundo ocidental…Foi esta mesma teoria política neoconservadora e cariz muito suspeito que fez que Portugal fosse a sede da “Cimeira dos Açores” que será vista para sempre como a “Cimeira da Guerra”.É triste ver que o cinismo governa o mundo e os Petrodólares são cada vez mais importantes…já que depois de destruir um país, deixar uma guerra civil…parece banal dizer que afinal nunca ouve armas de destruição maciça. É pena ver a cegueira do ocidente conservador e em principal dos E.U.A…historicamente até é parecida com a cegueira Romana, no tempo de Atila o Huno. Estou a exagerar? Atila foi treinado e armado pelos romanos…Bin Laden, foi armado e treinado pela CIA…sem comentários…o fim da História é conhecido.
Prof. Diogo no Parlamento
Notícia sobre o nosso MNE no parlamento
Mas que raio quer dizer topete?
O que quer dizer cueiros?
Alguém me pode explicar?
Mas que raio quer dizer topete?
O que quer dizer cueiros?
Alguém me pode explicar?
quinta-feira, março 02, 2006
os problemas de Portugal
Vamos nos armar em comentadores e apontar os problemas de Portugal. Sem soluções, sem demagogia, só e simplesmente só descrever:
- A Educação;
- O poder local;
- A falta de pensamento de longo prazo.
Desafios os meus colegas do blog a continuarem a descrever os problemas portugueses e dos portugueses.
- A Educação;
- O poder local;
- A falta de pensamento de longo prazo.
Desafios os meus colegas do blog a continuarem a descrever os problemas portugueses e dos portugueses.
quarta-feira, março 01, 2006
Reforma eleitoral
Paulo Gorjão comenta no seu Bloguitica a seguinte notícia do Dn:
Eu concordo com ele. Se a altura para começar a discutir a reforma eleitoral não for agora, quando será? Provavelmente uns meses antes das próximas eleições.
É aqui que falha a liderança do PSD, quando poderia marcar a agenda política e fazer oposição a sério, não o faz, diz que há tempo...
Alguém devia aconselhar melhor o líder do PSD.
O Irão tem vindo a ser uma preocupação a nível internacional, mas pergunto-me, se com razão?
Toda esta crise dos cartoons, da questão nuclear do Irão, do Iraque, têm sido os argumentos de uma instabilidade que se projecta no preço do petróleo.

Toda esta crise dos cartoons, da questão nuclear do Irão, do Iraque, têm sido os argumentos de uma instabilidade que se projecta no preço do petróleo.

Com esta instabilidade quem beneficia são os próprios destabilizadores.
O Irão sendo o quarto maior produtor e exportador de petróleo só ganha com o preço em alta do petróleo.
Não será a religião uma desculpa?
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