Um dos pilares da intervenção por parte do Estado no mercado são as chamadas falhas de mercado. Quando o mercado não funciona correctamente (se seguíssemos uma lógica puramente economicista, nunca funcionava de forma óptima, já que o óptimo é alcançado com a concorrência perfeita), o estado intervêm para corrigir. Outra vertente argumentação para a intervenção do estado é a correcção ou valorização das externalidades, quando negativas ou positivas, respectivamente.
A minha questão é: até que ponto podemos considerar a própria intervenção do estado como uma falha de mercado? A intervenção pode não alcançar o objectivo desejado. E qual deverá ser a posição do estado neste caso?
A minha questão é: até que ponto podemos considerar a própria intervenção do estado como uma falha de mercado? A intervenção pode não alcançar o objectivo desejado. E qual deverá ser a posição do estado neste caso?
1 comentário:
Mas a minha questão está na intervenção do Estado numa lógica de forncecimento de bens não na lógica de regulamentação. mas mesmo nessa lógica, a intervenção do estado pode falar. A regulamentação pode não ser a melhor.
como exemplo disso podemos ver a regujlamentação a falar por exemplo na questão da internet por banda larga, onde o mercado está concentrado num só operador. achas que a intervenção (através da regulamentação) é eficaz?
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