Tentámos copiar a Irlanda, nem começamos… agora o grande modelo é a Finlândia… mas que ideia mais absurda. Não haverá alguém a colocar um pouco de bom senso na cabeça dos nossos governantes e que lhes diga que a forma ideal não é copiar, mas sim ser original.
Temos demasiados problemas que tentamos e não conseguimos modificar. Já forma mais do que identificados, já forma analisados, até já existem uma quantidade enorme de soluções, de resoluções, de caminhos a seguir, mas, espanto dos espantos, não se segue nenhum.
A política portuguesa está protegida por um conjunto de falsos moralismos que nos submete para o atraso e para a falta de iniciativa. É o típico “falam, falam…”. Mas o mais interessante desta análise é que ao analisarmos os factos históricos encontramos sempre a mesma justificação para o nosso atraso. Uma classe política fraca, com olhos somente nas próximas eleições e deixadas à solta pelos cidadãos inconscientes. Será que inconsciente é uma palavra forte? Eu acho que não. Porque não têm capacidade de resposta perante a forma de acção da classe política. Não se interessante ao nível local, e ao nível nacional, deixando com a rédea solta, autarcas incompetentes e autarquias corruptas, deixando que um grupo de pessoas discuta sem interesse assuntos sem interesse na assembleia da república.
E depois vimos um conjunto de velhos do Restelo que falam pelos cotovelos, deliciam-se a escrever em blogues, colunas de jornais, em fazer comentários televisivos… quando os momentos chegam, olham para o lado. Essa gente, que já tantas vezes falei que podiam ser úteis para a sociedade, baixaram as armas e resignam-se, não ao silêncio, mas a inacção.
Pois eu não me conformo. Eu não desisto. Dia a dia tento reagir a todas essas forças. Tento participar, tenho contribuir, tento me melhorar. Não gosto da política, ela não é a minha razão de vida, não preciso dela para viver, no entanto, por mais que me custe, tenho de participar como uma obrigação moral mais forte do que qualquer outra coisa
Temos demasiados problemas que tentamos e não conseguimos modificar. Já forma mais do que identificados, já forma analisados, até já existem uma quantidade enorme de soluções, de resoluções, de caminhos a seguir, mas, espanto dos espantos, não se segue nenhum.
A política portuguesa está protegida por um conjunto de falsos moralismos que nos submete para o atraso e para a falta de iniciativa. É o típico “falam, falam…”. Mas o mais interessante desta análise é que ao analisarmos os factos históricos encontramos sempre a mesma justificação para o nosso atraso. Uma classe política fraca, com olhos somente nas próximas eleições e deixadas à solta pelos cidadãos inconscientes. Será que inconsciente é uma palavra forte? Eu acho que não. Porque não têm capacidade de resposta perante a forma de acção da classe política. Não se interessante ao nível local, e ao nível nacional, deixando com a rédea solta, autarcas incompetentes e autarquias corruptas, deixando que um grupo de pessoas discuta sem interesse assuntos sem interesse na assembleia da república.
E depois vimos um conjunto de velhos do Restelo que falam pelos cotovelos, deliciam-se a escrever em blogues, colunas de jornais, em fazer comentários televisivos… quando os momentos chegam, olham para o lado. Essa gente, que já tantas vezes falei que podiam ser úteis para a sociedade, baixaram as armas e resignam-se, não ao silêncio, mas a inacção.
Pois eu não me conformo. Eu não desisto. Dia a dia tento reagir a todas essas forças. Tento participar, tenho contribuir, tento me melhorar. Não gosto da política, ela não é a minha razão de vida, não preciso dela para viver, no entanto, por mais que me custe, tenho de participar como uma obrigação moral mais forte do que qualquer outra coisa
2 comentários:
grande Moacho... és uma besta política... mas no bom sentido. tivessem todos a tua força e "isto" ia para a frente...
Sabes, concordo contigo "copiar", não pode ser a solução. Agora podemos aprender com os melhores e tirar algumas lições. A aposta que a Finlândia teve não é aplicável a Portugal, trata-se de um país com recursos completamente diferentes e que geograficamente está no oposto de Portugal. Agora existem lições que quer a Finlândia, quer a Irlanda nos podem dar…nomeadamente a aposta na formação e no empreendorismo.
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